Felipe Lacerda - o escritor que diz Ni

Fevereiro 05 2010

Magia é sutileza

Um poema é uma mentira

pela força da leveza

a forma que anuncia

 

A verdade nunca basta

quando amamos uma mentira

Um cigarro na sacada

onde a vida não cabia

 

(és meu veneno a tua boca se me beija à luz do dia

quando diz que a alma é pouca

quando amas tão vadia

quase nunca negas fogo

quando quema se anuncia

é quando a alma foge ao corpo

e me agarra feto coisa de magia)

 

Desde sempre acreditei

na praticabilidade do impossível

nas ondas da TV

nas janelas dos vizinhos

 

Um dia cheguei perto,

bem perto,

De ser feliz na vida. 

 

Na verdade me corrói

Ser poeta e vício, outra puta ironia

Seria mais forte o sangue do herói

se não fosse a heroína.

 

 

 

publicado por Felipe Lacerda às 11:43

Alto, loiro, sarcástco, finamente irônico, ator, escritor, ano 87, à alcool, sére luxo, estofado de couro, rodas de liga leve, direção hidráulica...
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