Felipe Lacerda - o escritor que diz Ni

Janeiro 04 2010

Se eu pudesse voltar no tempo e reviver 2009, eu poderia apostar que eu viveria tudo exatamente igual. Isso porque ele foi fantástico. Teve suspense, ação, terror, romance... teve drama, muito drama! Ah, isso sim... teve muito amor... muito Eros... muita Ágape... muito desse muito que quase sempre ainda é pouco, entende?

Mas não voltaria atrás. É hora de prosseguir com o plano. Agradeço ao Cochise pela indicação do livro. Vou ler. Não conhecia o autor nem o título da obra. Mas vou ler pela sua indicação, você sabe o que diz quase sempre. E nem é pela influência no teatro magico. Não é raro acontecer: Teatro Mágico me é inpirador, mas isso não quer dizer que o que o inspira vá me inspirar também. Mas confio mais em você que no Anitelli.

 

Não ia dizer, mas decidi agora: Meu Reveillon foi fantástico. Meio inóspito, mas ainda assim dignno de dois escritores.

Esse ano resolvi fugir e passar a virada com o menor número possível de pessoas. Os planos iniciais era fazer uma Rave no banheiro da minha casa, ou um piquenique no jardim. Ver os fogos da sacada, comer pipoca de madrugada, enfim. Meus planos era simples para esse 2010 que está nascendo gordinho pra mim, cheio de promessas.

Como sou arisco com tudo que é luminoso demais, decidi por me esconder em casa. O primeiro raio de sol de 2010 iria me encontrar no aconchego da minha toca.

 

Cancelada a Rave, chamei Paulo Mendonça para aproveitarmos essa virada para bolarmos logo nosso segundo projeto em parceria (já que o Longas Escadas está prontinho). Ele, outro fugitivo, topou numa boa. Sem Rave no banheiro, portanto. Nem piquenique no jardim. Esse eram meus planos para uma companhia feminina.

No caso de dois escritores, foi o seguinte:

 

- 2 DVDs de terror.

- 3 Litros de Coca Cola.

- 1 Quilo de Carne.

-  Café. Muito Café.

- 3 Maços de cigarros

- 1 Lata de Pêssego em Calda.

 

Foi realmente um Reveillon meio bizarro. Mas nada que fuja ao nosso habitual. Ao fim da noite, enmquanto o mundo se esbaldava em pólvora, nós estávamos com o projeto todo arquitetado para o próximo livro, além de havermos rido a noite toda de nós e do mundo ao nosso redor. Todas as merdas que fizemos em 2009 e todas as merdas que faremos em 2010.

O de sempre, acrescido de uma pouco mais de paladar.

 

Para todos que fizeram seus planos mirabolantes para esse novo e opulento ano, um conselho que estou dando para mim mesmo neste momento:

CUMPRA-OS A RISCA. Queremos plano novos ano que vem.

Abraço e paz. É tudo o que precisamos de verdade.

publicado por Felipe Lacerda às 13:58

É normal que uma das únicas mensagens que eu recebo no Ano Novo, simplesmente não consigo entender?
E tenho 10 números de telefone na minha agenda relacionado a sua pessoa. Decida-se!

Mariana Martins a 4 de Janeiro de 2010 às 14:59

ñ sei onde vc anda e tenho algo importante para lhe falar!
e alias as aulas vão continuar.beijo ,me liga!
janya carol a 4 de Janeiro de 2010 às 17:06

Alto, loiro, sarcástco, finamente irônico, ator, escritor, ano 87, à alcool, sére luxo, estofado de couro, rodas de liga leve, direção hidráulica...
O Autor
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Muito bom o seu post. A poesia é alog que sempre v...
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